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Poker Club – Análise

Poker Club investiu bastante no realismo para transmitir a experiência de um jogador profissional de poker. Após um curto vídeo de apresentação e de nos serem exibidas as opções de jogo, podemos escolher entre uma série de torneios que começam de forma simples e se tornam mais complexos, torneios em rede com partidas personalizadas, bem como uma vertente que permite aos menos versados no poker inteirarem-se das regras e praticar umas partidas sem riscos associados.

A nossa personagem é personalizável e ganha experiência à medida que disputa partidas, subindo de nível e desbloqueando novas opções. Durante as partidas assumimos uma perspetiva na primeira pessoa para proporcionar o grau de imersividade que um jogador real sente. As expressões faciais e comportamentos distintos em situações de “bluff” ou durante as partidas estão ausentes, uma vez que é algo extremamente difícil de traduzir num jogo, pelo que a melhor estratégia é tentar ler o estilo de cada um.

O maior defeito do jogo é ser demasiado dependente da ligação à internet, o que leva a que se perca a grande vantagem do formato portáti da Nintendo Switch. Jogar contra adversários reais é muito atrativo e essencial em qualquer experiência de poker, mas mais opções “offline” teriam feito de Poker Club um jogo mais apelativo para a consola. Neste contexto apraz-nos verificar que existe uma grande comunidade ativa e ampliada pelas capacidades “cross play” com outras plataformas, o que torna relativamente fácil encontrar adversários.

Visualmente Poker Club tenta ser uma experiência realista, exibindo as mesas de jogo com bastante pormenor. No entanto, a otimização para um formato portátil deixa muito a desejar, a quebra de resolução é demasiado visível e o tipo de letra nem sempre é acessível, mas num ecrã de televisão é um verdadeiro regalo.

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
5 10 0 1
Poker Club na Nintendo Switch acaba por ficar marcado por uma dependência excessiva de uma ligação à internet, o que elimina a versatilidade de um formato portátil. Já quem o jogue num ecrã de televisão vai encontrar uma experiência muito competente, cheia de opções e modos de jogo (além de ser visualmente muito superior ao formato portátil), e em grande vantagem face ao mesmo jogo noutras plataformas.
Poker Club na Nintendo Switch acaba por ficar marcado por uma dependência excessiva de uma ligação à internet, o que elimina a versatilidade de um formato portátil. Já quem o jogue num ecrã de televisão vai encontrar uma experiência muito competente, cheia de opções e modos de jogo (além de ser visualmente muito superior ao formato portátil), e em grande vantagem face ao mesmo jogo noutras plataformas.
5/10
Total Score

Pontos positivos

  • Bastantes opções de jogo
  • Visualmente cheio de pormenores
  • Capacidades "cross play"

Pontos negativos

  • Demasiado dependente de uma ligação à internet
  • Desempenho visual fraco no ecrã da Switch

Sérgio Mota

Após passar grande parte da sua infância em Hyrule e no Mushroom Kingdom dedica-se agora a explorar o vasto universo digital que o rodeia. Embora seja entusiasta de novos títulos é possível encontrá-lo frequentemente a revisitar os clássicos.

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