AnálisesSwitch

Bamerang – Análise

Bamerang é um “party game“ que prima pela simplicidade. As opções são escassas e a jogabilidade muitíssimo intuitiva. O objetivo global é apanhar peças douradas mas para tornar a experiência mais divertida, usamos um bumerangue como arma de arremesso para travar o avanço do adversário, que além do mais perde também algumas peças no processo. O uso da arma é extremamente simples e intuitivo, embora ultrapasse o simples atirar e atingir, existindo várias formas de arremesso. Quem apanhar trinta peças douradas é o vencedor, por isso tudo vale para se chegar em primeiro.

Numa época onde o isolamento social marca a atualidade, a ausência de opções multijogador em rede nota-se muito mais. No entanto, a experiência multijogador a nível local é agradável e acessível a todos pela simplicidade de conceito. A ausência de opções a solo surge também com alguma surpresa, embora seja claramente um título virado para uma experiência em grupo. Visualmente apresenta uma direção artística bastante original, minimalista e coerente com o seu conteúdo. Longe dos orçamentos avultados dos grandes estúdios, a Lululu Entertainment conseguiu implementar uma fórmula simples mas eficaz, sem recorrer à habitual estratégia de vestir o jogo com roupagens “retro”, o que acaba por lhe dar destaque face aos seus pares. Existem mais de vinte arenas disponíveis, embora todas sejam coerentes entre si e acabam por não variar muito. O conceito repetitivo do jogo limita-lhe a longevidade, mas como experiência fugaz é muito competente no que propõe e deixa água na boca para uma futura expansão desta fórmula simples mas divertida.

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
6 10 0 1
Bamerang é um "party game" simplista que se pretende afirmar como uma alternativa simples e intuitiva para qualquer público, sem mecânicas secundárias ou muitas opções estéticas. A fórmula é extremamente divertida e eficaz para o que se propõe a fazer, pese embora as limitações quer a solo quer em multijogador em rede tornem a sua recomendação mais difícil.
Bamerang é um "party game" simplista que se pretende afirmar como uma alternativa simples e intuitiva para qualquer público, sem mecânicas secundárias ou muitas opções estéticas. A fórmula é extremamente divertida e eficaz para o que se propõe a fazer, pese embora as limitações quer a solo quer em multijogador em rede tornem a sua recomendação mais difícil.
6/10
Total Score

Pontos positivos

  • Fórmula acessível a todos
  • Direção artística minimalista e original

Pontos negativos

  • Ausência de opções em rede
  • Simplicidade implica uma jogabilidade demasiado fugaz

Sérgio Mota

Após passar grande parte da sua infância em Hyrule e no Mushroom Kingdom dedica-se agora a explorar o vasto universo digital que o rodeia. Embora seja entusiasta de novos títulos é possível encontrá-lo frequentemente a revisitar os clássicos.

Privacy Overview
Starbit

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.

Strictly Necessary Cookies

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.