Summer Catchers – Análise

Summer Catchers é uma experiência interessante que se assemelha a um “endless runner” num pequeno carro de rolamentos. Percorremos espaços à medida que evitamos obstáculos, pondo à prova os nossos reflexos de forma constante. O nível de exigência é elevado e muitas das vezes os avanços acabam por resultar mais da sorte que da habilidade do jogador. Isto é sobretudo um resultado da construção aleatória dos níveis. Se por um lado esta contribui de forma decisiva para tornar o jogo variado e imprevisível, nem sempre faz as escolhas mais eficazes para uma jogabilidade assertiva.

À medida que o jogo avança temos acesso a melhorias para o nosso veículo que ajudam na experiência. No entanto, estes surgem mais uma vez de forma fortuita, relegando para segundo plano os méritos do jogador. A direção artística com base em “pixel art” foi bem executada e a banda sonora acompanha bem a aventura. O jogo é divertido e a sua simplicidade torna-o acessível a todos os públicos. No entanto, a sua jogabilidade fica demasiado pendente do acaso, acabando por ser mais vezes frustrante que satisfatória.

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
Summer Catchers apresenta-se como um "endless runner" onde acompanhamos a nossa personagem num carro de rolamentos em direção a um clima mais ameno. A sua "pixel art" agradável e simplicidade são interessantes, mas a aleatoriedade da jogabilidade assume um protagonismo demasiado presente, ofuscando tudo de bom que o jogo tem para oferecer e tornando assim a experiência mais frustrante do que divertida.
Summer Catchers apresenta-se como um "endless runner" onde acompanhamos a nossa personagem num carro de rolamentos em direção a um clima mais ameno. A sua "pixel art" agradável e simplicidade são interessantes, mas a aleatoriedade da jogabilidade assume um protagonismo demasiado presente, ofuscando tudo de bom que o jogo tem para oferecer e tornando assim a experiência mais frustrante do que divertida.
6/10
Pontuação Final

Pontos positivos

  • Direção artística
  • Conceito simples e intuitivo

Pontos negativos

  • Gerador de pistas incoerente
  • Sistema de melhorias incerto

Sérgio Mota

Após passar grande parte da sua infância em Hyrule e no Mushroom Kingdom dedica-se agora a explorar o vasto universo digital que o rodeia. Embora seja entusiasta de novos títulos é possível encontrá-lo frequentemente a revisitar os clássicos.