De: Yabatanien – Análise

Passou por entre os pingos da chuva, mas não podemos esquecer este De: Yabatanien da DICO. Um jogo com uma direção artística pixelizada da velha guarda, mas que opta por uma abordagem sinistra e violenta em vez de nos transportar para um passado de jogos seguros. A componente sonora também é desconcertante e muito minimalista, para nos deixar perturbados.

O jogo junta elementos de “puzzles” ao formato “point and click”, que leva o jogador a tomar decisões para sobreviver. Por breves momentos, recorda os livros de aventuras onde temos de escolher o nosso rumo em segurança, ou morremos de formas terríveis. E é assim De: Yabatanien, após terminado não há muita razão para regressar, pois já sabemos as soluções certas.

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
Resumindo e concluindo, é mais um daqueles jogos para dispositivos móveis e que teve caminho aberto para a eShop da Nintendo Switch e eventualmente, para o cesto das promoções. Fãs de jogos de terror que quiserem desenvolver a coleção não têm motivos para não arriscar umas horitas neste jogo. Talvez até possam descobrir um certo encanto que nós não descobrimos. É um caso para dizer que as aparências iludem, e este De: Yabatanien, é um bom exemplo. Mas não se trata de um jogo de fazer cair os queixos.
Resumindo e concluindo, é mais um daqueles jogos para dispositivos móveis e que teve caminho aberto para a eShop da Nintendo Switch e eventualmente, para o cesto das promoções. Fãs de jogos de terror que quiserem desenvolver a coleção não têm motivos para não arriscar umas horitas neste jogo. Talvez até possam descobrir um certo encanto que nós não descobrimos. É um caso para dizer que as aparências iludem, e este De: Yabatanien, é um bom exemplo. Mas não se trata de um jogo de fazer cair os queixos.
6/10
Pontuação Final

Pontos positivos

  • Ambiente visual
  • Banda sonora

Pontos negativos

  • Não dá razões para voltar a jogar

André Pereira

Tempo contado, demasiadas ocupações. Para aguentar uma crise de tenra idade, o André joga e escreve sobre jogos. É fã de RPG japoneses e de uma história de puxar à lágrima.

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