Party Hard 2 – Análise

O conceito de “festas” pode ser algo estranho em 2020 com uma pandemia omnipresnte, mas nada nos impede de ir curtir virtualmente. E Party Hard 2 é a sequela necessária para continuar a desbundar noite fora, mas se pensavam que estes jogos eram sobre festas em tempos de corona, estão bem enganados: aqui terão de “brincar” aos assassinos…

Este jogo diz-me muito por uma simples razão: estou velho e a minha noite ideal passa por beber um café ou chá quente e jogar alguma coisa, talvez um simulador de festas? Nesta sequela o jogador é uma dessas pessoas que só quer paz e sossego, mas as festas não o deixam pregar olho e descansar. Solução? Acabar com elas… e “acabar com elas” é um eufemismo.

O conceito acaba por ser perigoso porque se formos a ver, estamos a controlar alguém que assassina pessoas inocentes em festas. E como é que isso é divertido? Não é. Ao passo que num Hotline Miami estamos a despachar vilões e mafiosos, aqui não. Podemos analisar a jogabilidade, ambiente visual e banda sonora e admitir que, vá lá, o jogo é divertido na abordagem que faz aos níveis para acabar com as festas, e que vai desde começar com uma faca simples até usar o cenário a nosso favor, combinar itens e criar armadilhas. Vale tudo para conseguirmos uma boa noite de sono. Mas tenham cuidado para evitar a polícia.

Sou fã de uma boa direção artística à base de “pixel art” e apesar de Party Hard 2 não ser o melhor exemplo, tanto o ambiente visual como a banda sonora cumprem os seus deveres ao colocarem o jogador num ambiente irritante de uma “rave”. Até que começamos a entender a personagem…

Conclusão

Conclusão
Opiniões pessoais à parte, é um jogo com potencial que cumpre a sua premissa na melhor maneira possível. O resto vai depender de cada jogador…
Opiniões pessoais à parte, é um jogo com potencial que cumpre a sua premissa na melhor maneira possível. O resto vai depender de cada jogador…
6/10
Pontuação Final

Pontos positivos

  • Ambiente visual
  • Jogabilidade

Pontos negativos

  • Tema perturbador

André Pereira

Tempo contado, demasiadas ocupações. Para aguentar uma crise de tenra idade, o André joga e escreve sobre jogos. É fã de RPG japoneses e de uma história de puxar à lágrima.